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| 19/11/2020 |

O Grande Reset

Uma das formas mais eficientes do inimigo agir é fingir que não está agindo. Quando ele se esconde, consegue fazer sua vontade sem ser repreendido. O avanço da nova ordem mundial é celebrado pelos banqueiros e elites, que impõem tendências e comportamentos a todos que estão abaixo. Isso já vem acontecendo há décadas e essas elites estão furiosas porque as pessoas estão começando a comentar esses planos. A ideia sempre foi impor sem que as pessoas percebessem. Quando veio a público os círculos de pedofilia e até as rotas desde a captura de crianças até quem as consumiam, correram para abafar essa idéia. De longe, a forma mais eficiente de todas é a classificação de Teoria da Conspiração. Várias vezes eu já vi as pessoas comentando sobre um determinado assunto, a mídia intervém, fala que é teoria da conspiração e o interesse de quase todos desaparece, o assunto morre.

Recentemente surgiu uma nova preocupação entre as elites: O Grande Reset. Estão extremamente incomodados que até no Twitter as pessoas estão comentando sobre esse termo que jamais deveria ter saído do seleto clube dos globalistas. O New York Times entrou em ação para tentar conter o avanço da idéia do Grande Reset na mente das pessoas. Qual seria o termo escolhido? Esse mesmo, "teoria da conspiração sem fundamento". Foi exatamente assim que o New York Times classificou o Grande Reset.

Mas na verdade, o Fórum Econômico Mundial, ONGs e líderes estão há meses promovendo a necessidade de explorar essa grande "oportunidade" concedida pela pandemia. No mesmo dia que o New York Times postou sua notícia, o Fórum Econômico Mundial disse a seguinte frase: "O Grande Reset: Construindo o Futuro Resiliente aos Riscos Globais".

O próprio globalista Karl Schwab especificamente menciona essa agenda em seu livro, cujo nome já revela perfeitamente sua intenção: "COVID-19: O Grande Reset". Schwab defende abertamente a intervenção ditatorial tecnocrata a fim de levar as pessoas comuns a aceitarem a idéia de receberem microchips capazes de ler seus pensamentos combinados com scanners cerebrais. Essa seria a exigência caso as pessoas quisessem viajar.

O jornal New York Times também tem pressionado o Twitter e Facebook a fim de conseguir que as informações sobre o Grande Reset sejam removidas.

A intenção agora é persuadir as pessoas a pensarem que a elite não deseja que ocorra um Grande Reset.


| 4/11/2020 |

Ouvir o Senhor

Durante muito tempo acreditei que ouvir a voz de Deus é algo tão complicado que talvez eu nunca fosse alcançar. Há tanto tempo ouvindo pessoas "experientes" pregando que o Senhor fala por meio de pequenas coisas, coisas cotidianas, uma conversa ao fundo, um objeto que cai, e se não estamos "sintonizados" e retendo atenção em tudo, infelizmente vamos perder a oportunidade de ouvir a voz de nosso Senhor. Ouvi até mesmo uma comparação entre a voz do Senhor com a pomba que pousou sobre Ele logo após seu batismo. Eu leio esse trecho da palavra e não imagino literalmente uma pomba, pois o texto diz "como uma pomba". Além disso, esse pensamento de ficar sempre alerta, conferindo tudo para ver se tem algum sinal nas pequenas coisas me parecem ser muito próximas às superstições.

Mas considerando que tantos outros tem aparentemente uma intimidade tão grande com o Senhor a ponto de conversar e ouvir Ele falando tudo o que deve ser feito e como, quem sou eu para qualquer contestação?

Agradeço a Deus por ter me colocado um gosto por estudo e literatura. Ainda que minha escrita seja deplorável, meu desejo pela leitura não cessou. E lendo a palavra percebi que quem tem atitudes sorrateiras, quem fala por sussurros, quem faz as coisas bem sutis na verdade é o inimigo.

Os assuntos do Senhor são bem claros, não deixam dúvidas, são diretos. E a mentira se propaga muito mais do que a verdade, porque a natureza caída se simpatiza com ela e a acolhe. Posso atestar isso porque ainda hoje minha carne quer escutar iniquidade, quer ver o que não edifica, quer falar o que destrói. Sei que essa luta é até a glorificação do corpo, então nesse período de santificação é uma constante batalha.

Há uma semana atras assisti uma pregação sobre esse assunto, o falar de Deus. Nessa pregação é dito que o Senhor realmente fala diretamente e é através da Sua palavra. Quer ouvir a voz de Deus? Leia a bíblia.

Hoje ficamos distraídos tentando ouvir algo sem nem mesmo conhecer o que Ele falou há milênios. Que grande distração é o exercício mental ficar tentando descobrir se o pensamento que tive hoje cedo é a voz do Senhor ou é a minha voz. E que grande pecado é tentar colocar na conta do Senhor algo que eu mesmo quis fazer, algo que foi produzido pela minha mente caída que só quer se satisfazer, ainda que seja através de alguma privação a fim de que pelo meu testemunho, alguém veja que sou santo. Lamentável.

Quantas vezes já fizemos isso? Atribuir a origem de uma fala a Deus sendo que foi a minha mente caída quem pensou sozinha, não seria entristecer o Espírito?

Muitos não conhecem o Senhor e dizem que estão ouvindo Sua voz. Quanto menos conhecemos a Sua palavra, mais ouvimos a nós mesmos, porque estamos longe da cruz e nosso ser está bem vivo, bem ativo.

O que mais precisamos hoje é sermos constituídos da verdade. A palavra é a verdade. Manter contato diário com a palavra e meditar nela durante todo o dia é ouvir o Senhor. Essa é a voz do Senhor.

Em vez de perder tempo orando: Senhor, qual caminho devo fazer para ir a tal lugar? Ou então: Senhor, onde devo almoçar hoje? Não seria muito mais sábio remir o tempo, ir almoçar em qualquer lugar e enquanto estamos indo meditarmos na palavra? Que triste é reduzir o Senhor às nossas necessidades mesquinhas.

Nossos pensamentos e meditações deveriam estar permeadas pela palavra de Deus, lendo a palavra olhando sempre para Cristo, fazendo-a habitar ricamente em todo nosso ser. Isso é ouvir o Senhor.


| 31/10/2020 |

Alex Jones

Nesses últimos dias tenho ouvido muito sobre o jornalista Alex Jones, aquele que foi pioneiro em anunciar ao mundo quanto Hollywood é satânico, como o governo cheira esgoto e como a mídia tradicional esconde tudo, prestando um enorme serviço aos satanistas. Por ter sido o pioneiro ao tratar desses assuntos abertamente, foi o pioneiro a receber censura na internet. Me lembro quando toda a mídia e os gigantes da tecnologia se juntaram para acabar com o trabalho deste homem e em impressionante sincronia o tiraram de todas as grandes redes sociais e teve até mesmo seus podcasts removidos. Me lembro também o que ele falava quando isso tudo aconteceu. Alex Jones chegou perto de um assunto que jamais poderia ser pronunciado ao se referir aos gigantes deste mundo, aos banqueiros e celebridades. O assunto era pedofilia. Apesar de tantas provas levantadas, tantas vítimas vindo a público e descrevendo o que havia acontecido por tantos anos, a mídia inteira literalmente ria. Alex Jones continuou seu programa em seu próprio site, sua empresa continuou respirando. Pouco tempo depois da censura, lembro de alguns comentários vindo de pessoas conservadoras. Os comentários eram neste tom: "ah, tudo bem que ele fala umas coisas sem sentido, mas não deveria ser censurado, pelo menos era um entretenimento." Nunca consegui engolir essa idéia. O jornalista faz denúncias graves sobre abusos de crianças, de assassinatos, e as pessoas categorizam isso como entretenimento?

Mas a mídia tradicional mentiu tanto, tão descaradamente, que até os que as defendiam começaram a se cansar.

Comigo foi assim. Eu mesmo assistia CNN, lia New York Times e assinava Estadão. Eu assinava ainda a versão impressa, gostava de ler todas as notícias e fazia questão de no fim de semana ler tudo, da primeira a última página.

Até que chegou a eleição de 2016 nos Estados Unidos. Me lembro do dia após a eleição. Acordei cedo e comecei a me trocar para trabalhar. No celular abri o site do New York Times e vi o mapa do país praticamente vermelho. Eu não entendia nada. Nem mesmo sabia que vermelho era a cor republicana. Mas a notícia era de desespero. Era o "começo do fim do mundo" para o New York Times. Para a CNN, idem. Chegando no trabalho, a conversa era no mesmo sentido. "Agora os Estados Unidos estão na pior", dizia um amigo meu.

Nos dias seguintes fui acompanhando a grande mídia que reportava Trump como um nazista racista. Até que um dia fiquei tão irritado com tudo aquilo que resolvi assistir no Youtube um discurso completo do Trump, sem edição. Fiquei pasmo. Ele não havia dito nada do que a mídia estava falando. Passei a assistir vários vídeos dele e nada, nenhum motivo para desespero. Tudo estava normal. Trump era equilibrado e falava várias verdades que a mídia não podia reportar porque era paga para esconder. E não demorou muito para essa normalidade terminar, pois ao ver que os Estados Unidos estava progredindo, aqueles que disseram que Trump iria destruir o país, começaram eles mesmo a destruição nas ruas.

Mas se a grande mídia estava mentindo tanto sobre alguém tão público e escondendo coisas que facilmente poderiam ser descobertas, sobre o que mais estaria mentindo? E desde 2016 até hoje, estudo os assuntos e vejo sempre as fontes dos fatos.

A grande mídia está mentindo tão descontroladamente que chega a "noticiar" coisas que não são notícias. Chegaram a fazer uma matéria inteira falando que Trump bebe muita Coca-Cola Light. Essa era a crise naquela semana. Se essa mesma fonte de "notícias" está fazendo esse papel, provavelmente não é de hoje, tem mais assunto falso que eu acreditei. E tinha.

Assim como eu, muita gente percebeu que as notícias superficiais e desconexas usadas para denigrir uma pessoa pode esconder intenções muito sérias por trás. E os exageros da mídia, a falta de controle, fizeram as pessoas reconsiderarem Alex Jones e ao reverem suas reportagens de muitos anos atrás, perceberam que riram de assuntos sérios dos quais hoje colhemos os frutos.